O Brasil superou a marca de 1 milhão de casos confirmados de covid-19 nesta sexta-feira (19). Foram 26.340 novos casos confirmados desde as 20h de quinta-feira (28). Com isso, até às 14h, o total de pessoas com a doença no país chegou a 1.009.699. Também foram registrados 48.427 óbitos no total, 558 deles desde as 20h.
Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.
Ministério da Saúde
O Ministério da Saúde informou na quinta-feira (18) que o Brasil registrou 1.238 mortes em decorrência da covid-19 nas últimas 24 horas, dados compilados até 17h30. O total de óbitos desde o início da pandemia é de 47.748.
O número de casos confirmados subiu 22.765 nas últimas 24 horas e totalizou 978.142.
O Estado de São Paulo lidera o número de mortes (11.846), com 192.628 casos confirmados. O Estado do Rio tem 8.412 óbitos e 87.317 casos confirmados.
Tipo sanguíneo e genes
O tipo sanguíneo de uma pessoa e outros fatores genéticos podem ter ligação com a gravidade de uma infecção pelo novo coronavírus, de acordo com pesquisadores europeus que buscam mais pistas para explicar por que a covid-19 atinge algumas pessoas tão mais duramente que outras, segundo a agência de notícias Reuters.
As descobertas, publicadas no periódico científico The New England Journal of Medicine na quarta-feira (17), levam a crer que pessoas com sangue tipo A correm risco maior de desenvolver sintomas mais intensos quando infectadas pelo novo coronavírus.
De acordo com a Reuters, no auge da epidemia na Europa, pesquisadores analisaram os genes de mais de 4 mil pessoas em busca de variações que são comuns naqueles que foram infectados pelo vírus e desenvolveram casos graves de covid-19.
Uma série de variantes em genes que estão envolvidos nas reações imunológicas são mais comuns em pessoas com casos graves de covid-19, descobriram os cientistas. Estes genes também estão envolvidos com uma proteína de superfície celular chamada ACE2, que o coronavírus usa para ter acesso às células do corpo e infectá-las.
Ainda segundo a Reuters, os pesquisadores, liderados pelos médicos Andre Franke, da Universidade Christian-Albrecht de Kiel, na Alemanha, e Tom Karlsen, do Hospital Universidade de Oslo, na Noruega, também descobriram uma relação entre a gravidade da covid-19 e o tipo sanguíneo. O risco de casos graves de covid-19 é 45% maior para pessoas com sangue tipo A do que pessoas com outros tipos sanguíneos, e parece ser 35% menor para pessoas com sangue tipo O.
Valor Investe Globo






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