No domingo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, fez uma visita inédita à Faixa de Gaza desde o início do conflito, declarando a determinação de Israel em alcançar uma vitória decisiva contra o Hamas. Netanyahu delineou três objetivos para a guerra em curso: eliminar o Hamas, garantir o retorno de todos os sequestrados e assegurar que Gaza não represente mais uma ameaça a Israel.
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| Foto: Reprodução |
O conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, afirmou que Israel tem o direito de se defender, podendo estender a pausa nos combates além dos quatro dias planejados, desde que o Hamas continue liberando reféns. Em entrevista à CNN, Sullivan destacou que "a bola está com o Hamas" para uma possível extensão do cessar-fogo.
Questionado sobre o apoio do presidente Biden à retomada militar caso o Hamas pare de liberar reféns, Sullivan enfatizou o direito de Israel se defender contra um inimigo terrorista. Ele ressaltou a importância de operações militares que protejam civis, distingam terroristas de civis e garantam locais seguros e acesso à ajuda humanitária.
Enquanto Hila Rotem Shoshani, de 13 anos, foi libertada no sábado, sua mãe, Raaya Rotem, permanece detida em Gaza, levando o irmão a acusar o Hamas de violar os termos do acordo ao não liberar a mãe junto com a filha. O Hamas é apontado por não cumprir a promessa de não separar mães de seus filhos.
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