Na madrugada do primeiro dia de 2024, a serena Fazenda São Miguel, localizada em Sidrolândia, Mato Grosso do Sul, foi cenário de um crime ambiental que abalou a comunidade local. O capataz da fazenda, consternado com a situação, registrou uma ocorrência na Delegacia de Polícia Civil, denunciando o furto de doze árvores de aroeira, todas pertencentes à reserva permanente da propriedade.
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| Foto: Reprodução |
A ousadia dos criminosos foi evidenciada pelos rastros deixados no local. Itens como um isqueiro, uma faca de serra e uma cinta de carga arrebentada foram encontrados próximos ao ponto do furto, revelando a audácia dos envolvidos.
A aroeira, madeira de alto valor comercial, é uma espécie protegida por lei, e sua retirada de áreas de reserva permanente configura um crime ambiental passível de penalidades severas. Além disso, o furto de madeira impacta diretamente na preservação da biodiversidade local e na manutenção do equilíbrio ecossistêmico.
O caso foi formalmente registrado na Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia, que agora conduzirá as investigações para identificar os responsáveis por esse ato criminoso que afeta não apenas a fazenda, mas toda a comunidade que preza pela preservação ambiental.
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