A Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de 2024 em Paris, França, realizada na última sexta-feira (26), despertou intensos debates ao apresentar uma representação que alguns consideraram blasfema. O evento, que celebrou a cultura francesa e incluiu performances de artistas como Celine Dion e Lady Gaga, também contou com segmentos que geraram reações controversas.
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| Foto: Midiamax |
Em suas redes sociais, a C Spire expressou choque e anunciou a retirada de toda a publicidade das Olimpíadas devido à representação da Última Ceia durante a cerimônia de abertura. A controvérsia se espalhou globalmente, com diversas reações nas redes sociais e entre líderes religiosos.
Em resposta às críticas, o Comitê Organizador Paris 2024 negou que houvesse qualquer intenção de desrespeitar qualquer grupo religioso ou crença. O diretor artístico da cerimônia, Thomas Jolly, explicou que a intenção era criar um evento que celebrasse a comunidade e promovesse a tolerância, embora reconhecesse as interpretações diversas que surgiram.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) saudou o esclarecimento do Comitê Organizador Paris 2024 e reiterou que a cerimônia de abertura visava celebrar valores de inclusão e diversidade. Apesar das controvérsias, a cerimônia continuou marcada por apresentações artísticas variadas e um ambiente de festividade.
A discussão sobre os limites entre liberdade artística e respeito religioso continua a ser tema de debate, refletindo a complexidade de eventos de escala global como os Jogos Olímpicos.
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