Após sete meses de paralisação no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, a delação premiada do ex-servidor Tiago Basso da Silva, que menciona esquemas de corrupção ligados à prefeita Vanda Camilo (PP), ganha novo capítulo. O desembargador Lúcio Raimundo da Silveira assumiu recentemente como relator do caso na corte.
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| Foto: Instagram |
De acordo com detalhes da delação, Tiago Basso alegou que a prefeita teria desviado recursos públicos para a compra de um iPhone 14 e para a manutenção do ar-condicionado de sua residência.
Como chefe do Executivo de Sidrolândia, Vanda Camilo possui foro privilegiado, o que implica que qualquer investigação contra ela deve ser conduzida pelo procurador-geral de Justiça, Romão Avila Milhan Júnior. Até o momento, o Ministério Público Estadual não se pronunciou sobre o escândalo envolvendo a prefeita.
Por outro lado, o genro de Vanda Camilo, o vereador Claudinho Serra (PSDB), foi preso e tornou-se réu devido à falta de foro privilegiado. Ele enfrenta acusações de desvio significativo de recursos da prefeitura, comandada por sua sogra, e chegou a permanecer detido por 23 dias. Atualmente, Serra está sob monitoramento por tornozeleira eletrônica e teve R$ 12,5 milhões bloqueados pela Justiça como garantia para o ressarcimento aos cofres públicos.
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