Nacional Eleitoral (CNE), com 80% das urnas apuradas. Segundo o órgão, Maduro obteve mais de 5,15 milhões de votos, correspondendo a 51,20% do total. Seu principal opositor, Edmundo González Urrutia, conquistou 4,4 milhões de votos, alcançando 44,2% dos votos.
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| Foto: Midiamax |
Delsa Solórzano, outra líder opositora, relatou que foi impedida de entrar nos locais de votação sob a justificativa de segurança pessoal. A oposição planejava uma auditoria paralela das urnas para comparar os resultados divulgados pelo CNE, receando manipulações por parte do conselho eleitoral, que é majoritariamente controlado pelo chavismo.
Durante a campanha, Maduro e seus aliados enfatizaram que respeitariam os resultados anunciados pelo CNE, enquanto líderes militares reiteravam a soberania do órgão eleitoral. Vladimir Padrino López, ministro da Defesa, defendeu a legitimidade do processo eleitoral e criticou as sanções internacionais contra a Venezuela.
Analistas políticos e observadores internacionais observaram com cautela os desdobramentos das eleições, destacando o histórico de atrasos na divulgação de resultados e ações controversas durante o processo eleitoral venezuelano.
A tensão política permanece alta na Venezuela, com a população e a comunidade internacional atentas aos próximos passos e desdobramentos após as eleições presidenciais.
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