Documentos oficiais publicados no Diário Oficial da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul) contradizem a versão apresentada pela prefeita de Sidrolândia, Vanda Camilo (PP), em relação à contratação de Tiago Basso da Silva, delator da Operação Tromper. Candidata à reeleição, a prefeita contratou e promoveu o servidor, que a acusou de envolvimento em um esquema milionário de corrupção.
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| Foto: Divulgação |
Vanda Camilo, contudo, nomeou Tiago como “assessor especial de apoio administrativo” em 7 de janeiro de 2021, com a nomeação sendo publicada no Diário Oficial da Assomasul em 11 de janeiro de 2021. Poucos dias depois, em 12 de janeiro de 2021, Vanda o exonerou do cargo de assessor especial e o promoveu a chefe do setor de Execuções e Fiscalização, aumentando seu salário para R$ 3,6 mil com uma gratificação de 100%. O ato foi oficializado no Diário Oficial em 13 de janeiro de 2021.
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| Foto: Divulgação |
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| Foto: Divulgação |
Além disso, o genro de Vanda, Claudinho Serra (PSDB), vereador em Campo Grande e ex-secretário municipal de Fazenda durante a gestão da sogra, foi apontado pelo delator como chefe da organização criminosa e acusado de usar dinheiro do esquema para gastos pessoais, incluindo despesas com cartões de crédito e festas na casa de Vanda Camilo.
A assessoria de Vanda Camilo não se manifestou sobre as acusações. A prefeita apenas ressaltou o parentesco de Tiago Basso com o candidato de oposição, Rodrigo Basso (PL), destacando que eles são primos, e mencionou que o advogado Wellison Machiutti Hernandes, também citado, integra a equipe de campanha do adversário político.
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