Mais uma vez, Mato Grosso do Sul amanheceu sob uma densa camada de fumaça proveniente de queimadas no Brasil e em países vizinhos. Nesta quarta-feira (18), ventos vindos do sudeste intensificaram a concentração de poluição sobre o estado.
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| Foto: Midiamax |
Imagens de satélite capturadas pelo Zoom Earth mostram a massa de fumaça cobrindo os 79 municípios sul-mato-grossenses, associada a um aumento da nebulosidade. A poluição voltou a se intensificar após um breve alívio de dois dias, favorecido pelas chuvas e por uma frente fria que atingiu o estado recentemente.
Qualidade do ar
Apesar do cenário de fumaça, o monitoramento realizado pelo Qualiar, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), indicou que a qualidade do ar em Campo Grande, até as 6h desta quarta-feira, se mantinha em um nível considerado bom.
Na semana passada, no entanto, a situação era preocupante, com a qualidade do ar sendo classificada como insalubre para a saúde, devido ao aumento da concentração de material particulado (PM10 e PM2,5). Esses poluentes são os principais responsáveis pela degradação da qualidade do ar, com efeitos nocivos tanto para a saúde quanto para o meio ambiente.
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