Nesta terça-feira (25), foi realizada a prestação de contas da área da saúde referente ao período de setembro a dezembro de 2024. De acordo com os dados apresentados, aproximadamente R$ 32 milhões foram aplicados no setor, sendo que 51,02% desses recursos são de origem própria do município. Os repasses federais representaram 33,76% do total, enquanto os estaduais corresponderam a 14,71%.
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| Foto: Portal Rota |
Impacto na atual gestão
Os números apresentados indicam que a atual administração enfrentará desafios importantes na gestão da saúde pública. A dependência de recursos próprios para financiar mais da metade dos gastos do setor pode pressionar o orçamento municipal, dificultando novos investimentos e exigindo planejamento para garantir a continuidade dos serviços.
Outro fator relevante é a discrepância entre o número oficial de habitantes e a realidade populacional do município. Segundo o IBGE, a cidade possui 51 mil habitantes, mas estimativas do Ministério da Saúde indicam que esse número pode chegar a 70 mil. Essa defasagem impacta diretamente os repasses estaduais e federais, resultando em menos recursos do que o necessário para atender a população real.
Além das questões financeiras, os dados apontam que as principais causas de morte no período foram transtornos mentais, doenças cardíacas (como infarto e insuficiência cardíaca), pneumonia e causas mal definidas. Esses índices reforçam a necessidade de investimentos em prevenção, ampliação da atenção primária e fortalecimento das políticas de saúde mental.
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