O caso Maria Clara, jovem que foi morta e concretada em Belo Horizonte, ganhou novas nuances com investigações dos suspeitos do crime. Além da possível motivação estar relacionada a pagamento de dívida e assédio praticado por um dos homens, elementos como nazismo e necrofilia entraram em cena e deixaram o caso ainda mais complexo.
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| Foto: Midiamax |
“Durante as investigações, também descobrimos que a vítima já havido sofrido assédio sexual por parte do ex-colega de trabalho e não teria correspondido às investidas. Além disso, no dia 6 de março, ele teria encontrado com a vítima em um bar e tomado conhecimento de que ela estaria namorando, o que teria lhe deixado com muita raiva”, disse o delegado Alexandre Oliveira Fonseca, responsável pelas investigações do caso Clara Maria.
Já o segundo suspeito, amigo do primeiro, teria ajudado a ocultar e concretar o corpo da jovem. Ele também teria interesse por nazismo e necrofilia, fazendo citações nazistas e uso de expressões alemãs, conforme as investigações. Maria Clara foi morta no domingo, por volta das 23h, mas só foi concretada na segunda-feira a noite, o que levou a possibilidade de terem abusado do cadáver dela. “Eles tiveram um bom período para vilipendiar e abusar desse cadáver”, afirmou o delegado.
No entanto, não há confirmação de violação sexual no corpo da jovem até o momento. Agora, a Polícia Civil de Minas Gerais investiga como esse contexto se relaciona com o crime e se contribuiu para a brutalidade do assassinato.
Midiamax







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