A OAB (Ordem de Advogados do Brasil) suspendeu ontem o registro do advogado criminalista João Neto, 47 anos, preso em flagrante em abril por suspeita de agredir a companheira em Maceió.
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| Foto: Midiamax |
A suspensão preventiva, no entanto, ocorreu por um processo ético disciplinar instaurado antes da prisão dele. João Neto era investigado pela Ordem por “conduta incompatível com a dignidade da profissão e com o exercício profissional da advocacia”.
A OAB disse que apurava falas indevidas do advogado. Com mais de dois milhões seguidores no Instagram, o homem frequentemente dizia para sua audiência que a cabeça e o coração deveriam ser os alvos preferenciais para disparos de arma de fogo. Ele ficou, inclusive, conhecido pelo bordão “no coco e no relógio”.
Ele também mentia sobre ser ex-policial militar. Em um podcast, João Neto contou que até forjava na suposta época em que era PM. A corporação, no entanto, desmentiu a informação e disse que ele nem mesmo concluiu a formação necessária para atuar como soldado.
A equipe de reportagem entro em contato com a defesa de João Neto para comentar a suspensão. Os advogados informaram que ainda devem analisar a decisão e emitir uma nota de posicionamentos sobre o assunto na sequência.
João foi solto na terça-feira, 13, mas segue com medidas cautelares, como o monitoramento eletrônico. A soltura, dada pelo 2° Juizado de Violência de Maceió, foi confirmada pela advogada Mia Chen ao UOL. O processo está em segredo de justiça e outros detalhes não foram divulgados.
Midiamax







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