Após quase oito meses no Oriente Médio combatendo ataques do grupo rebelde Houthis, o porta-aviões Eisenhower deixou a região no sábado (22) e está a caminho dos Estados Unidos, informou o Pentágono.
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| Foto: Stocktrek Images/Getty Images |
O porta-aviões será substituído pelo Theodore Roosevelt, de propulsão nuclear, conforme anunciado pelo porta-voz do Pentágono, major-general Pat Ryder. Durante meses, o Eisenhower esteve envolvido na proteção de embarcações no Mar Vermelho e no Golfo de Adem, em resposta a uma série de ataques iniciados pelos Houthis no final de 2023. Esses ataques foram uma tentativa de frear as ações de Israel na Faixa de Gaza e mostrar apoio aos palestinos.
Pat Ryder destacou que o navio de guerra "resgatou marinheiros inocentes contra os ataques ilegais dos Houthis apoiados pelo Irã" e ajudou na dissuasão de "novas agressões" do grupo iemenita, que lançou cerca de 60 ataques contra embarcações na região desde o início do conflito entre Israel e Hamas.
Além disso, o porta-aviões participou de missões ao lado de uma coalizão internacional que teve como alvo posições dos Houthis no Mar Vermelho, uma das principais rotas marítimas do mundo.
Houthis reivindicam ataque
O anúncio do retorno do Eisenhower aos EUA ocorre no mesmo dia em que os Houthis reivindicaram um ataque contra o porta-aviões. No sábado, o grupo, que controla boa parte do Iêmen desde 2014, afirmou que a embarcação foi atingida por mísseis em uma operação que "alcançou seus objetivos com sucesso", sem fornecer mais detalhes.
Como em outras ocasiões, o governo dos EUA classificou as alegações como "categoricamente falsas" e negou que o Eisenhower tenha sido atacado.
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