O sudoeste do Japão está em alerta nesta quarta-feira (28) diante da chegada do tufão Shanshan, considerado um dos mais fortes a atingir a região. Autoridades locais emitiram ordens de evacuação para alguns moradores que estão na rota da tempestade, enquanto grandes empresas, como a Toyota, decidiram fechar suas fábricas temporariamente.
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| Foto: Midiamax |
A Agência Meteorológica do Japão emitiu um alerta de emergência, destacando que o tufão pode provocar enchentes, deslizamentos de terra e ventos que podem derrubar casas. "É necessária máxima cautela, pois as previsões indicam ventos fortes, ondas e marés altas como nunca visto antes", alertou Satoshi Sugimoto, meteorologista chefe da agência, durante uma coletiva de imprensa.
Após atingir Kyushu, o tufão deve se aproximar das regiões central e leste do país, incluindo a capital, Tóquio, por volta do fim de semana. Mais de 800 mil moradores das prefeituras de Kagoshima, Aichi e Shizuoka foram orientados a evacuar suas casas.
Em Aichi, onde fica a sede da Toyota, duas pessoas ainda não foram localizadas após um deslizamento de terra causado por chuvas intensas ter destruído uma residência. Outros três moradores foram resgatados, de acordo com a emissora pública NHK.
A Toyota anunciou a suspensão das operações em todas as suas 14 fábricas no Japão a partir da noite de quarta-feira até a manhã de quinta-feira. Outras montadoras também seguiram o exemplo: a Nissan interromperá as atividades em sua fábrica em Kyushu na quinta e sexta-feira de manhã, enquanto a Honda fechará temporariamente sua unidade em Kumamoto. A Mazda Motor também suspenderá as operações em suas fábricas de Hiroshima e Hofu, no oeste do Japão, de quinta-feira à noite até sexta-feira.
Shanshan é o mais recente de uma série de sistemas climáticos severos a atingir o Japão, sucedendo o tufão Ampil, que na semana passada causou apagões e evacuou várias áreas. A ANA Holdings cancelou mais de 210 voos domésticos previstos para partir ou chegar ao sudoeste do Japão entre quarta e sexta-feira, afetando cerca de 18.400 passageiros. A Japan Airlines também cancelou 402 voos domésticos no mesmo período, além de 10 voos internacionais suspensos por ambas as companhias.
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