O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul anulou nesta segunda-feira, 24, o impeachment do primeiro-ministro Han Duck-soo, que voltará ao comando interino do país.
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| Foto: Midiamax |
O premiê, porém, também foi derrubado pela Assembleia Nacional, semanas depois, após conflitos com parlamentares da oposição.
Os impeachments sucessivos intensificaram a divisão política na Coreia do Sul e aumentaram as preocupações sobre as atividades diplomáticas e econômicas do país. O vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Choi Sang-mok, atuava como presidente interino desde então.
O Tribunal Constitucional decidiu anular o impeachment de Han, mas ainda terá de se decidir sobre o futuro de Yoon.
Os processos de afastamento contra os dois líderes correm separadamente. Se o tribunal mantiver o impeachment de Yoon, a Coreia do Sul deverá realizar eleições para escolher um novo presidente. Caso contrário, o presidente afastado retomará o cargo.
Yoon foi preso e acusado de rebelião por ter assinado um decreto de Lei Marcial, como resposta a uma série de derrotas no Parlamento. O presidente afastado poderá enfrentar até a pena de morte, em caso de condenação. No dia 8, Yoon foi libertado para ser julgado em liberdade.
Desde então, manifestações contra e a favor do presidente afastado dividiram as ruas de Seul e outras grandes cidades na Coreia do Sul.
Midiamax







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